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	<title>Parada da Diversidade 2008</title>
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	<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:08:56 +0000</pubDate>
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		<title>I Seminário UFPR Fora do Armário dá início à contagem regressiva para a Parada da Diversidade 2010.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 20:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro Paranaense da Cidadania - CEPAC, e o Partido Acadêmico Renovador - PAR (curso de Direito UFPR), realizam em Curitiba o I Seminário UFPR Fora do Armário.

A idéia surgiu com base nos Seminários já existentes em outros universidade do país. A UFBA, por exemplo, já está na em seu quarto seminário. O foco é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Centro Paranaense da Cidadania - CEPAC, e o Partido Acadêmico Renovador - PAR (curso de Direito UFPR), realizam em Curitiba o I Seminário UFPR Fora do Armário.<br />
</strong><br />
A idéia surgiu com base nos Seminários já existentes em outros universidade do país. A UFBA, por exemplo, já está na em seu quarto seminário. O foco é disseminar conhecimento sobre diversidade sexual no ambiente acadêmico, possibilitar visibilidade positiva para a população LGBT, bem como elucidar questões específicas referente ao uso do nome social para pessoas travestis e transexuais na universidade.</p>
<p>O seminário é aberto para a população em geral, não tem custo para participação e emitirá certificados.</p>
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		<title>Nota pública da APPAD - Associação Paranaense da Parada da Diversidade, sobre a mudança de data da Parada 2010.</title>
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		<comments>http://www.paradadadiversidade.org.br/?p=293#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 17:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezadas (os),
No dia 06 de agosto de 2010, a URBS nos informou que foram feitas duas solicitações de autorização para uso do solo com a mesma data (29 de agosto de 2010), uma do Exército, para a Semana Cívica, e a outra para a Parada da Diversidade LGBT 2010, sendo que, de acordo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezadas (os),</p>
<p>No dia 06 de agosto de 2010, a URBS nos informou que foram feitas duas solicitações de autorização para uso do solo com a mesma data (29 de agosto de 2010), uma do Exército, para a Semana Cívica, e a outra para a Parada da Diversidade LGBT 2010, sendo que, de acordo com a URBS, o Exército havia solicitado com mais antecedência que a Associação da Parada. Portanto, entende-se que o Exército tem a preferência para a referida data.</p>
<p>Dessa forma, em reunião da APPAD, realizada no dia 07 de agosto, a coordenação, em conjunto com colaboradoras (es), associadas (os) e voluntárias (os), decidiram coletivamente a favor da data de 19 de setembro como a nova e definitiva data para a Parada da Diversidade 2010.</p>
<p>Temos ciência dos possíveis transtornos que podem ser ocasionados em razão da mudança da data, pois nós da coordenação do evento já estamos enfrentando alguns com prazos e financiamentos. Sendo assim, lamentamos o ocorrido e contamos com a compreensão de todas (os) para realizarmos, no próximo 19 de setembro, uma grande Parada, que tem como seu objetivo maior a visibilidade positiva LGBT, garantindo a cidadania e os direitos humanos desta comunidade.</p>
<p>Curitiba, 10 de agosto de 2010.</p>
<p>Márcio Marins - Coordenação geral.<br />
Informações: (41) 3222 3999 - ramal 21/ (41) 9109 1950</p>
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		<title>Comunicação compartilhada, colabore com esta idéia.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 16:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o intuito de possibilitar uma cobertura diferenciada daquela proposta pela imprensa oficial, um grupo de pessoas, composto por profissionais de comunicação, estudantes de diferentes áreas e comunidade em geral, se reuniram para realizar o que chamaram de Comunicação Compartilhada.
A idéia é produzir conteúdos pré e pós parada da diversidade 2010, focando, dessa maneira, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o intuito de possibilitar uma cobertura diferenciada daquela proposta pela imprensa oficial, um grupo de pessoas, composto por profissionais de comunicação, estudantes de diferentes áreas e comunidade em geral, se reuniram para realizar o que chamaram de Comunicação Compartilhada.</p>
<p>A idéia é produzir conteúdos pré e pós parada da diversidade 2010, focando, dessa maneira, a real visão que o Movimento LGBT quer passar deste grande evento.</p>
<p>O pessoal já se reuniu uma vez, e o próximo encontro está marcado para o dia 14 de agosto, às 17h, na sede da Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT, Av. Marechal Floriano Peixoto, 366, 4° andar. Melhores informações pelo telefone <strong>(41) 3232 1299</strong> ou pelo e-mail <strong>presidencia@cepac.org.br</strong></p>
<p><strong>Vale ressaltar que para participar da equipe não é necessário ser estudante ou profissional da área. Comunicação é um direito comum a todos e todas, colabore com esta iniciativa você também!</strong></p>
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		<title>Conheça a programação dos eventos pré-parada já confirmados em Curitiba.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 16:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[- I Seminário UFPR fora do armário (19 e 20 de agosto) - É um exemplo do que já acontece em outros estados brasileiros. Um momento acadêmico para discussão da temática &#8220;diversidade sexual&#8221; no ambiente universitário.
- Prêmio Aliadas (17 de setembro) - O objetivo deste evento é homenagear profissionais que se destacaram no executivo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- I Seminário UFPR fora do armário (19 e 20 de agosto)</strong> - É um exemplo do que já acontece em outros estados brasileiros. Um momento acadêmico para discussão da temática &#8220;diversidade sexual&#8221; no ambiente universitário.<br />
<strong>- Prêmio Aliadas (17 de setembro</strong>) - O objetivo deste evento é homenagear profissionais que se destacaram no executivo e legislativo, no ano de 2010, na luta em prol da plena cidadania LGBT;<br />
<strong>- Jogos da Diversidade (12 de setembro)</strong> - Além de proporcionar a prática esportiva, os jogos da diversidade objetivam um momento de visibilidade positiva para a população LGBT.</p>
<p>Alguns outros eventos já estão em processo de estruturação e, assim que forem confirmados, serão divulgados aqui. Aguardem!<br />
Melhores informações sobre locais e horários podem ser acessados no telefone <strong>(41) 3222 3999.</strong></p>
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		<title>O Programa Nacional de Direitos Humanos e a comunidade LGBT</title>
		<link>http://www.paradadadiversidade.org.br/?p=287</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 21:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>

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		<description><![CDATA[
AÇÕES PARA LGBT NO PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3
O Governo Federal por meio da Secretaria especial dos direitos Humanos da Presidência da República(SEDH) lançou a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PMDH). A APPAD apóia na integra o programa e apresenta todas as ações voltadas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paradadadiversidade.org.br/wp-content/uploads/2010/02/paulo-vannuchi-e-lula-156.jpg" title="paulo-vannuchi-e-lula-156.jpg"><img src="http://www.paradadadiversidade.org.br/wp-content/uploads/2010/02/paulo-vannuchi-e-lula-156.thumbnail.jpg" alt="paulo-vannuchi-e-lula-156.jpg" /></a></p>
<p><strong>AÇÕES PARA LGBT NO PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3</strong></p>
<p>O Governo Federal por meio da Secretaria especial dos direitos Humanos da Presidência da República(SEDH) lançou a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PMDH). A APPAD apóia na integra o programa e apresenta todas as ações voltadas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.</p>
<p>Para conhecer o PNDH 3 na integra visita o site da SEDH <a href="http://www.sedh.gov.br/">www.sedh.gov.br</a></p>
<p><strong>AÇÕES PARA LGBT NO PNDH-3</strong></p>
<p><strong>PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3<br />
EIXO ORIENTADOR III – UNIVERSALIZAR DIREITOS EM UM CONTEXTO DE DESIGUALDADES</strong></p>
<p>Diretriz 7: Garantia dos Direitos Humanos de forma universal, indivisível e interdependente, assegurando a cidadania plena.</p>
<p>Objetivo estratégico IV: Ampliação do acesso universal a um sistema de saúde de qualidade.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>a) Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar para a população de baixa renda, com enfoque na prevenção e diagnóstico prévio de doenças e deficiências, com apoio diferenciado às pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, crianças e adolescentes, mulheres, pescadores artesanais e população de baixa renda.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Pesca e Aqüicultura</p>
<p>Recomendação: Recomendam-se aos estados, Distrito Federal</p>
<p>p) Garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde, e de suas famílias.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>Diretriz 8: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu  desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação.</p>
<p>Objetivo estratégico III: Proteger e defender os direitos de crianças e adolescentes com maior vulnerabilidade.</p>
<p>l) Exigir em todos os projetos financiados pelo Governo Federal a adoção de estratégias de não discriminação de crianças e adolescentes em razão de classe, raça, etnia, crença, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência, prática de ato infracional e origem.</p>
<p>Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.</p>
<p>Diretriz 10: Garantia da igualdade na diversidade.</p>
<p>Objetivo estratégico I: Afirmação da diversidade para a construção de uma sociedade igualitária.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>a) Realizar campanhas e ações educativas para desconstrução de estereótipos relacionados com diferenças étnico-raciais, etárias, de identidade e orientação sexual, de pessoas com deficiência, ou segmentos profissionais socialmente discriminados.</p>
<p>Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Cultura.</p>
<p>Parceiros: Ministério da Educação; Fundação Cultural Palmares (FCP); Fundação Nacional do Índio (Funai); Conselho Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade); Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI); Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos</p>
<p>Objetivo estratégico V: Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.</p>
<p>Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.</p>
<p>b) Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça<br />
Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a aprovação de legislação que reconheça a união civil entre pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>c) Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.</p>
<p>Recomendações:<br />
• Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.<br />
• Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.</p>
<p>d) Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade.</p>
<p>Responsável: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão</p>
<p>Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>e) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.</p>
<p>Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>Parceiro: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República</p>
<p>Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que visam a garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.</p>
<p>f) Acrescentar um campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.</p>
<p>Responsável: Ministério da Saúde</p>
<p>g) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos do segmento LGBT, principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia16 e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania do segmento LGBT em universidades públicas.<br />
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República Parceiro: Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos</p>
<p>h) Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.</p>
<p>Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>Parceiros: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Ministério da Justiça; Ministério da Saúde; Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>EIXO ORIENTADOR IV – SEGURANÇA PÚBLICA, ACESSO À JUSTIÇA E COMBATE À VIOLÊNCIA</p>
<p>Diretriz 13: Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização<br />
da investigação de atos criminosos.</p>
<p>Objetivo estratégico IV: Fortalecimento dos instrumentos de prevenção à violência.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>a) Elaborar diretrizes para as políticas de prevenção à violência com o objetivo de assegurar o reconhecimento das diferenças geracionais, de gênero, étnico-racial e de orientação sexual.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República</p>
<p>Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>Objetivo estratégico V: Redução da violência motivada por diferenças de gênero, raça ou etnia, idade, orientação sexual e situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>d) Promover campanhas educativas e pesquisas voltadas à prevenção da violência contra pessoas com deficiência, idosos, mulheres, indígenas, negros, crianças, adolescentes, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e pessoas em situação de rua.<br />
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Justiça; Ministério do Turismo; Ministério do Esporte</p>
<p>Parceiros: Ministério da Educação;Ministério da Saúde; Secretaria-Geral da Presidência da República.</p>
<p>Recomendações:<br />
• Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a criação de serviços de recebimento e encaminhamento de denúncias de violência praticadas contra esses grupos.<br />
• Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação de unidades policiais especializadas no atendimento de populações historicamente vulneráveis e em situação de vulnerabilidade, e de crimes contra os Direitos Humanos.</p>
<p>o) Implementar ações de promoção da cidadania e Direitos Humanos das lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT) com foco na prevenção à violência, garantindo redes integradas de atenção.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República</p>
<p>Parceiros: Ministério do Turismo; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República</p>
<p>Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a criação de comitês de acompanhamento da implementação das políticas públicas voltadas à população LGBT</p>
<p>Diretriz 16: Modernização da política de execução penal, priorizando a aplicação de penas e medidas alternativas à privação de liberdade e melhoria do sistema penitenciário.</p>
<p>Objetivo estratégico I: Reestruturação do sistema penitenciário.</p>
<p>Ações programáticas:<br />
l) Debater, por meio de grupo de trabalho interministerial, ações e estratégias que visem a assegurar o encaminhamento, para o presídio feminino, mulheres transexuais e travestis que estejam em regime de reclusão.</p>
<p>Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.</p>
<p>Recomendação: Recomenda-se a elaboração de políticas de respeito às mulheres transexuais e travestis nos presídios estaduais.</p>
<p>EIXO ORIENTADOR V – EDUCAÇÃO E CULTURA EM DIREITOS HUMANOS</p>
<p>Diretriz 19: Fortalecimento dos princípios da democracia e dos Direitos Humanos nos sistemas de educação básica, nas instituições de ensino superior e nas instituições formadoras.</p>
<p>Objetivo Estratégico I: Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em instituições formadoras.</p>
<p>Ações Programáticas:</p>
<p>a) Estabelecer diretrizes curriculares para todos os níveis e modalidades de ensino da educação básica para a inclusão da temática de educação e cultura em Direitos Humanos, promovendo o reconhecimento e o respeito das diversidades de gênero, orientação sexual, identidade de gênero, geracional, étnico-racial, religiosa, com educação igualitária, não discriminatória e democrática.</p>
<p>Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Educação; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.</p>
<p>Parceiros: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Ministério da Cultura</p>
<p>Diretriz 20: Reconhecimento da educação não formal como espaço de defesa<br />
e promoção dos Direitos Humanos.</p>
<p>Objetivo estratégico II: Resgate da memória por meio da reconstrução da história dos movimentos sociais.</p>
<p>Ações programáticas:</p>
<p>a) Promover campanhas e pesquisas sobre a história dos movimentos de grupos historicamente vulnerabilizados, tais como o segmento LGBT, movimentos de mulheres, quebradeiras-de-coco, castanheiras, ciganos, dentre outros.</p>
<p>Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.</p>
<p>Parceiros: Ministério da Educação; Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Cultura; Fundação Cultural Palmares (FCP)<br />
 </p>
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		</item>
		<item>
		<title>PROJETO QUE PUNE HOMOFOBIA É TEMA DE NOVA ENQUETE</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Vote já a favor !
O Senado criou uma enquete para testar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (que criminalizada a homofobia). A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para amigos e colegas votarem a favor também!
Entre na página da Agência Senado http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Baixe a barra de rolagem um pouquinho. Do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vote já a favor !</p>
<p>O Senado criou uma enquete para testar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (que criminalizada a homofobia). A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para amigos e colegas votarem a favor também!</p>
<p>Entre na página da Agência Senado <a href="http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0">http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0</a></p>
<p>Baixe a barra de rolagem um pouquinho. Do lado direito da tela você encontrará a enquete</p>
<p>Dê um clique a favor da cidadania LGBT<br />
 </p>
<p>PROJETO QUE PUNE HOMOFOBIA É TEMA DE NOVA ENQUETE</p>
<p>Da Agência Senado <a href="http://www.senado.gov.br/">www.senado.gov.br</a></p>
<p>Os leitores da Agência Senado estão convidados a opinar sobre o projeto de lei da Câmara 122/06, que considera crime a discriminação por orientação sexual. Pelo texto da relatora Fátima Cleide (PT-RO), a incitação ao preconceito; o impedimento de acesso ao mercado de trabalho; a restrição manifestações de afeto em locais públicos; a recusa de hospedagem; ou a demissão motivada por homofobia podem ser punidas com penas que vão de um a cinco anos de reclusão.</p>
<p>O projeto é polêmico e tramita no Senado desde o final de 2006, quando foi aprovado na Câmara. Uma dos argumentos levantados por seus opositores é que ele fere o direito à liberdade religiosa e o direito à opinião.</p>
<p>A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro.</p>
<p>Em outubro, a Agência Senado fez enquete sobre a destinação dos royalties do petróleo a ser extraído da camada pré-sal. Participaram 3.499 leitores. A divisão dos royalties com todos os estados - produtores ou não - recebeu 81% (2.833) dos votos. 19% (666) opinaram pela manutenção das regras atuais, que destinam recursos apenas aos estados produtores de petróleo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conferência de Comunicação - INSCREVA-SE</title>
		<link>http://www.paradadadiversidade.org.br/?p=285</link>
		<comments>http://www.paradadadiversidade.org.br/?p=285#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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A Conferência
As incrições para etapa do Paraná estão abertas no site www.confecomparana.pr.gov.br
 
De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a I Conferência Nacional de Comunicação terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e será realizada nos dias 01, 02 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paradadadiversidade.org.br/wp-content/uploads/2009/10/confecom239x83.png" title="confecom239×83.png"></a><a rel="attachment wp-att-284" href="http://www.paradadadiversidade.org.br/?attachment_id=284" title="confecom239×83.png"><img src="http://www.paradadadiversidade.org.br/wp-content/uploads/2009/10/confecom239x83.png" alt="confecom239×83.png" /></a></p>
<p>A Conferência</p>
<p>As incrições para etapa do Paraná estão abertas no site <a href="http://www.confecomparana.pr.gov.br/">www.confecomparana.pr.gov.br</a><br />
 <br />
De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a I Conferência Nacional de Comunicação terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009.</p>
<p>Ela será presidida pelo Ministério das Comunicações e contará com a colaboração direta da Secretaria Geral da Presidência e da Secretaria de Comunicação Social. Na Portaria 185, de 20 de abril de 2009, foram instituídos os órgãos do poder público e as instituições da sociedade civil que compõem a Comissão Organizadora, responsável por regular todos os aspectos da Conferência.</p>
<p>Ela é composta por oito representantes do Executivo Federal, dezesseis representantes da sociedade civil, divididos entre entidades do movimento social (7) , organizações do setor privado-comercial (8) e mídia pública (1). Os trabalhos serão encaminhados por meio de três comissões internas: 1) Comissão de Logística; 2) Comissão de Metodologia e Sistematização; e 3) Comissão de Divulgação.</p>
<p>No dia 26 de maio de 2009 foi publicada a Portaria 315, que relaciona os nomes dos representantes de todas as entidades e órgãos do poder público que fazem parte da Comissão Organizadora. No dia 29 de maio, foi feita uma retificação por meio da Portaria 337, alterando a nomeação do Ministério da Justiça e indicando a deputada Luiza Erundina como titular da Câmara dos Deputados, junto com o deputado Paulo Bonhausen.<br />
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		<title>Requião respondeu</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Segue carta recém-divulgada do governador Roberto Requião (PMDB) sobre o episódio dos gays e câncer de mama:
O tom lúdico que usei no lançamento da campanha de prevenção do câncer de mama, entre mulheres e homens, acabou provocando uma onda de recriminações. Quando me referi às paradas da diversidade, ocorriam-me os riscos que o abuso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segue carta recém-divulgada do governador Roberto Requião (PMDB) sobre o episódio dos gays e câncer de mama:</strong></p>
<p>O tom lúdico que usei no lançamento da campanha de prevenção do câncer de mama, entre mulheres e homens, acabou provocando uma onda de recriminações. Quando me referi às paradas da diversidade, ocorriam-me os riscos que o abuso de hormônios femininos, com fins terapêuticos ou estéticos, representam para a saúde. Entre os riscos, o câncer de mama. Em razão disso, estou sendo impiedosamente criticado.</p>
<p>Só conheço um gênero de pessoas — o gênero humano. O mais são opções e escolhas, que sempre respeitei, como cidadão ou governante. A minha vida pública tem sido uma teimosa, insistente luta em favor da liberdade e das minorias, cuja defesa é a essência do processo democrático. Como primeiro prefeito eleito de Curitiba pelo voto popular, depois do fim da ditadura militar, fui também um dos primeiros governantes brasileiros a tirar da sombra a questão da diversidade.</p>
<p>O combate ao preconceito e à discriminação nos levou, por exemplo, a avanços na área da saúde. Com o meu então secretário da Saúde, Nizan Pereira, estabelecemos com o movimento GLTB vínculos de respeito, colaboração e de parcerias. Da mesma forma, quando assumi o Governo do<br />
Paraná pela primeira vez, em l991, com Nizan Pereira novamente na Secretaria da Saúde, intensificamos as ações tanto dirigidas ao combate ao preconceito quanto as ações na área da saúde pública.</p>
<p>Para escândalo de muitos, para a censura dos conservadores, trouxemos a questão da diversidade para a esfera da administração pública.</p>
<p>Agora, em meus segundo e terceiro mandatos, essa política avançou ainda mais. Temos, por exemplo, uma Secretaria de Estado voltada inteiramente às demandas das minorias e da diversidade, a Secretaria de Assuntos Estratégicos, comandada por Nizan Pereira. Logo, não posso entender que orquestrem contra mim e meu Governo uma campanha tão forte, atirando-nos à vala dos preconceituosos e dos homófobos.</p>
<p>A tolerância tolera tudo, menos a intolerância. E esta intolerante manifestação ao uso de humor, para chamar a atenção ao lançamento da campanha contra o câncer de mama, é inaceitável.</p>
<p>De todo modo, uma coisa é certa: nunca uma campanha de saúde chamou tanta atenção como esta, especialmente entre os homens, boa parte deles ignorantes de também serem vítimas potenciais do câncer de mama.<br />
Aceito sem desagrado as intervenções dos bem-intencionados. É a eles que dirijo este esclarecimento. E repudio as intervenções dos mal-intencionados, daqueles que buscam aproveitar-se do ocorrido para extorquir vantagens políticas e eleitorais.</p>
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		<title>&#8220;Cancêr de mama&#8221; repercute na Assembléia Legislativa do Paraná</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Polêmica declaração do Governador do Estado, Roberto Requião, é tida como infeliz na fala de deputados estaduais.
Por Igor Francisco (Assessoria de Comunicação APPAD).
Em sessão iniciada nesta quarta-feira (28) na Assembléia Legislativa do Paraná, a polêmica declaração do Governador do Estado, Roberto Requião, &#8220;&#8230;Embora hoje o câncer de mama seja uma doença masculina também, né? Deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Polêmica declaração do Governador do Estado, Roberto Requião, é tida como infeliz na fala de deputados estaduais.</strong></p>
<p>Por Igor Francisco (Assessoria de Comunicação APPAD).</p>
<p>Em sessão iniciada nesta quarta-feira (28) na Assembléia Legislativa do Paraná, a polêmica declaração do Governador do Estado, Roberto Requião, &#8220;&#8230;Embora hoje o câncer de mama seja uma doença masculina também, né? Deve ser conseqüência dessas passeatas gay&#8221;, foi comentada por deputados estaduais e considerada infeliz.<br />
Após apresentação da nota oficial divulgada pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade - APPAD e do ofício assinado pelo presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbica, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, o deputado estadual Professor Lemos (PT) considerou desnecessária a fala de Requião.<br />
“A fala do Governador contraria as próprias ações do governo do estado, afinal, dentro da Secretaria de Estado da Educação há um núcleo de diversidade sexual”, afirmou Lemos, após expor que o Brasil é considerado o país mais homofóbico do planeta, e que comentários como esse são contra a vida, são infelizes.<br />
A violência e os 19 assassinatos ocorridos somente esse ano no estado também foram citados nos discursos dos deputados. Antonio Belinati (PP), fazendo um resgate histórico e ressaltando a importância da ABGLT na luta pelos direitos humanos, criticou Requião e explicou que esse tipo de comentário pode, consciente ou inconscientemente, incentivar a violência contra LGBTs, e que as pessoas de orientações sexuais não heterossexual estão inseridas em toda sociedade e devem, como qualquer ser humano, serem respeitadas.<br />
A sessão contou ainda com a presença de Rafaelly Wiest, Presidente do Grupo Dignidade, Igo Martini, presidente do  Centro Paranaense de Cidadania (CEPAC) e Kelly Vasconcelos vice - coordenadora da APPAD.<br />
Informações:</p>
<p>Márcio Marins - (41) 3222 3999 - ramal 21 - 9109 1950</p>
<p>Rafaelly Wiest - (41) 3222 3999 - ramal 26 - 9651 4204</p>
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		<title>Governador Requião - Solicitação de uso fala na Escola de Governo do Estado do Paraná</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Parada 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[NOTA OFICIAL
Associação Paranaense da Parada da Diversidade - APPAD
Ao Senhor Governador ROBERTO REQUIÃO
Solicitação de uso fala na Escola de Governo do Estado do Paraná
A APPAD – Associação Paranaense da Parada da Diversidade entidade que realiza a “Parada da Diversidade LGBT” em Curitiba e afiliada Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), solicita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NOTA OFICIAL<br />
Associação Paranaense da Parada da Diversidade - APPAD</p>
<p>Ao Senhor Governador ROBERTO REQUIÃO<br />
Solicitação de uso fala na Escola de Governo do Estado do Paraná</p>
<p>A APPAD – Associação Paranaense da Parada da Diversidade entidade que realiza a “Parada da Diversidade LGBT” em Curitiba e afiliada Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), solicita a Vossa Excelência uso da fala na próxima Escola de Governo para apresentar a importância da Parada da Diversidade LGBT e a atual situação da discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Paraná.<br />
Essa solicitação é requerida devido ao pronunciamento feito por Vossa Excelência durante a Escola de Governo, na terça-feira (27). &#8220;Eu chamaria o Gilberto Martins, que vai, em um espaço reduzido de tempo, anunciar a implementação de ações estratégicas para o controle do câncer. A ação do governo não é só em defesa do interesse público. É da saúde da mulher também. Embora hoje o câncer de mama seja uma doença masculina também, né? Deve ser conseqüência dessas passeatas gay&#8221; disse Vossa Excelência antes de passar a palavra ao Secretario Gilberto Martin.<br />
Lamentavelmente esse tipo de pronunciamento reforça a discriminação, a violência e o assédio moral contra os e as milhares de LGBT do estado do Paraná e do Brasil já que o sinal da TV Paraná Educativa é transmitido ao vivo para todo o pais. Segundo pesquisas 10 % da população mundial é composta por LGBT, sendo assim o Paraná teria em seu solo e sobre sua governadoria quase 900 mil homossexuais. Somente este ano 19 pessoas foram mortas no estado por terem uma orientação sexual diferenciada da heterossexual.<br />
A Parada da Diversidade LGBT de 2009 organizada pela APPAD registrou 120 mil pessoas, ocorrida no dia 27 de setembro, e contou com a parceria do Governo do Paraná por meio da Secretaria de Estado da Saúde. Alem da Parada de Curitiba outras 189 são realizadas no Brasil, a parada de São Paulo é considerada a maior do planeta.    <br />
 Ao liberar espaço para que a APPAD e ABGLT possam expressar seu democrático direito de esclarecer a função social da parada e do movimento LGBT paranaense durante a Escola de Governo, Vossa Excelência demonstrará que é um governador que respeita os cidadãos do Paraná.<br />
Portanto, vimos solicitar que Vossa Excelência atenda a Solicitação da APPAD e ABGLT, disponibilizando espaço ao vivo na Escola de Governo e que Vossa Excelência atenda o pedido da ABGLT (Ofício PR 520/2009 – 27/10) e nos atenda em audiência.   <br />
Felizmente, não estamos no século XIX e os avanços no campo da cidadania e dos direitos humanos são cotidianos e visíveis. A história caminha. Queremos ter a certeza que o Governador do Paraná não compactua com a discriminação e segregação da comunidade LGBT do estado. Estamos a disposição nos fones (41) 3232 1299 / 3222 3999 / 9109 1950 / 9602 5984. <br />
 Respeitosamente,</p>
<p>Márcio Marins<br />
Presidente da APPAD<br />
<a href="http://www.paradadadiversidade.org.br/">www.paradadadiversidade.org.br</a></p>
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