Parada da Diversidade LGBT de Curitiba acontecerá no dia 13 de novembro
Edição deste ano tem como tema: “Estamos ao redor do mundo”.
Conhecido popularmente como “parada gay”, o evento ter por objetivo promover a cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e é organizado pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD) em parceria com a Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT.
Pelo sexto ano consecutivo a parada será realizada no Centro Cívico da capital do Paraná, e a expectativa desta edição é superar a marca de 2010, em que cerca de 150 mil pessoas acompanharam o evento.
A cada edição um tema de caráter reivindicatório é apresentado à sociedade Paranaense, os temas são baseados nas demandas do movimento LGBT e no tema internacional da INTERPRIDE (The International Association of Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender and Intersex Pride Coordinators).
2005 - “Direitos Iguais: Nem mais, nem menos”;
2006 - “Respeito Sim, Discriminação Não”;
2007 - “Unidos Pela Igualdade e Criminalização da homofobia”;
2008 – “Viva, Ame e Seja – Homofobia não combina com democracia”;
2009 – “Seus Direitos, Nossos Direitos, Direitos Humanos”;
2010 – “Vote contra a homofia. Defenda a Cidadania”.
Para este ano o tema adotado pela organização da parada é “Estamos ao redor do mundo”.
Os veículos da imprensa não oficial (blogs/sites), para terem acesso ao carro oficial da organização, deverão se credenciar com a Assessoria de Comunicação da Associação da Parada. Melhores informações pelo telefone (41) 9957 2181, com Igor Francisco.
As pessoas interessadas em participar da parada como voluntárias devem se inscrever pelo telefone (41) 9644 8019 com Karlesy Stamm.
A concentração da parada terá início às 13 horas do dia 13 de novembro, na Praça do Homem nu.
Telefones úteis:
Márcio Marins – Coordenador Geral da APPAD – (41) 9109 1950
Igor Francisco – Assessoria de Comunicação – (41) 9957 2181
Festa Oficial e Concurso da Rainha da Parada da Diversidade LGBT 2011
A Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD), em parceria com a revista digital O Flerte, realizará, no dia 06 de novembro (uma semana antes da parada), a festa oficial e o concurso da rainha da parada. O evento acontecerá no John Bull Music Hall, e iniciará as atividades do mês da diversidade em Curitiba.
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76 comentáriosNota oficial da APPAD sobre o adiamento da Parada da Diversidade 2011
A Associação Paranaense da Parada Diversidade é uma organização não—governamental, sem fins lucrativos, que atua na defesa e promoção dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, executando projetos de prevenção às DST – HIV/ Aids e de promoção do acesso à Cultura.
Desde 2005 a APPAD realiza em Curitiba a Parada da Diversidade sem receber nenhum financiamento privado, e contando apenas com a prestação de serviços de pessoas que, voluntariamente, empregam esforços para colaborar com a execução do evento.
A Parada da Diversidade de Curitiba é um evento de grande porte e, como tal, necessita passar por diversos trâmites burocráticos. Pode-se destacar entre eles as 18 autorizações necessárias para que o evento seja liberado pelo poder público.
Este ano, exclusivamente, a cidade de Curitiba conta com uma Comissão de Grandes Eventos, que delibera liberando ou não a realização de shows, paradas e afins, conforme determina a lei 10906/2003.
Devido à um audiência pública realizada pelos moradores do Centro Cívico, que reclamaram de um outro evento sediado no mesmo local, a Comissão decidiu por permitir que somente um evento por mês ocupasse a Praça Nossa Senhora da Salete, em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual. Nesse sentido, a organização da Parada da Diversidade foi informada que o calendário de eventos para os meses posteriores já estaria preenchido, sendo que, conforme descrito anteriormente, será permitido somente a realização de UM EVENTO mensal e, no mês em que a parada seria realizada, como é de conhecimento de todos e todas, já foi realizado o desfile de 7 de setembro.
Por sugestão dos órgãos competentes, a APPAD foi aconselhada a mudar o trajeto do evento em questão para não atrasar a data.
Com o objetivo de não decidir nada autoritariamente, a Associação da Parada da Diversidade, que é dirigida de forma colegiada, realizou ontem, dia 13 de setembro, uma reunião aberta à comunidade que contou com a presença de mais de 40 pessoas (lista de presença disponível) que, de forma democrática, votaram por continuar insistindo na realização da Parada da Diversidade no mesmo trajeto dos anos anteriores, tendo como segunda opção o trajeto orientado pela prefeitura (Mal. Deodoro), contudo, paradas não são realizadas sem custo, e são necessários, no mínimo, 40 dias para liberar os apoios públicos de infraestrutura que colaboram com a execução do evento. Dessa maneira, vale ressaltar que a insistência será possível somente para o mesmo local, não para a mesma data.
Como sugestão dos/das participantes da reunião, ficaram decididas como possíveis datas para a realização da Parada da Diversidade 2011 os seguintes dias: 06 ou 13 de novembro. Porém, as datas citadas também dependem das devidas confirmações.
A resposta da Secretaria Municipal de Urbanismo pode ser verificada no site da Prefeitura Municipal de Curitiba ( http://www.curitiba.pr.gov.br/ ), protocolo 01-93795/2011.
A organização da Parada da Diversidade está à disposição para possíveis elucidações, visto que é a instituição responsável jurídica e extra judicialmente pela execução do evento. Além disso, os documentos comprobatórios dos processos em questão estão disponíveis para consulta pública.
Contamos com a compreensão de todos e todas
Coordenação Geral (41) 9109 1950
Assessoria de Comunicação (41) 9957 2181
Parada da Diversidade 2011
Conhecido popularmente como “parada gay”, o evento tem por objetivo promover a cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e é organizado pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD) em parceria com a Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT. Pelo sétimo ano consecutivo, a expectativa desta edição é superar a marca de 2010, em que cerca de 150 mil pessoas acompanharam o evento.
A cada edição um tema de caráter reivindicatório é apresentado à sociedade paranaense. Os temas são baseados nas demandas do movimento LGBT e no tema internacional da INTERPRIDE (The International Association of Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender and Intersex Pride Coordinators).
2005 - “Direitos Iguais: Nem mais, nem menos”;
2006 - “Respeito Sim, Discriminação Não”;
2007 - “Unidos Pela Igualdade e Criminalização da homofobia”;
2008 – “Viva, Ame e Seja – Homofobia não combina com democracia”;
2009 – “Seus Direitos, Nossos Direitos, Direitos Humanos”;
2010 – “Vote contra a homofobia, defenda a cidadania”.
Para este ano o tema adotado pela organização da parada é “Estamos ao redor do mundo - LGBT”. Uma tentativa
Os veículos da imprensa não oficial (blogs/sites), para terem acesso ao carro oficial da organização, deverão se credenciar com a Assessoria de Comunicação da Associação da Parada. Melhores informações pelo telefone (41) 9957 1097, com Igor Francisco.
As pessoas interessadas em participar da parada como voluntárias devem se inscrever pelo telefone (41) 3222 3999, com Karlesy Stamm.
Telefones úteis:
Márcio Marins – Coordenador Geral da APPAD – (41) 9109 1950
Igor Francisco – Assessoria de Comunicação – (41) 9957 2181
www.paradadadiversidade.org.br
84 comentáriosComunicação compartilhada, colabore com esta idéia.
Com o intuito de possibilitar uma cobertura diferenciada daquela proposta pela imprensa oficial, um grupo de pessoas, composto por profissionais de comunicação, estudantes de diferentes áreas e comunidade em geral, se reuniram para realizar o que chamaram de Comunicação Compartilhada.
A idéia é produzir conteúdos pré e pós parada da diversidade 2010, focando, dessa maneira, a real visão que o Movimento LGBT quer passar deste grande evento.
O pessoal já se reuniu uma vez, e o próximo encontro está marcado para o dia 14 de agosto, às 17h, na sede da Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT, Av. Marechal Floriano Peixoto, 366, 4° andar. Melhores informações pelo telefone (41) 3232 1299 ou pelo e-mail presidencia@cepac.org.br
Vale ressaltar que para participar da equipe não é necessário ser estudante ou profissional da área. Comunicação é um direito comum a todos e todas, colabore com esta iniciativa você também!
109 comentáriosConheça a programação dos eventos pré-parada já confirmados em Curitiba.
- I Seminário UFPR fora do armário (19 e 20 de agosto) - É um exemplo do que já acontece em outros estados brasileiros. Um momento acadêmico para discussão da temática “diversidade sexual” no ambiente universitário.
- Prêmio Aliadas (17 de setembro) - O objetivo deste evento é homenagear profissionais que se destacaram no executivo e legislativo, no ano de 2010, na luta em prol da plena cidadania LGBT;
- Jogos da Diversidade (12 de setembro) - Além de proporcionar a prática esportiva, os jogos da diversidade objetivam um momento de visibilidade positiva para a população LGBT.
Alguns outros eventos já estão em processo de estruturação e, assim que forem confirmados, serão divulgados aqui. Aguardem!
Melhores informações sobre locais e horários podem ser acessados no telefone (41) 3222 3999.
O Programa Nacional de Direitos Humanos e a comunidade LGBT
AÇÕES PARA LGBT NO PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3
O Governo Federal por meio da Secretaria especial dos direitos Humanos da Presidência da República(SEDH) lançou a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PMDH). A APPAD apóia na integra o programa e apresenta todas as ações voltadas para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Para conhecer o PNDH 3 na integra visita o site da SEDH www.sedh.gov.br
AÇÕES PARA LGBT NO PNDH-3
PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS 3
EIXO ORIENTADOR III – UNIVERSALIZAR DIREITOS EM UM CONTEXTO DE DESIGUALDADES
Diretriz 7: Garantia dos Direitos Humanos de forma universal, indivisível e interdependente, assegurando a cidadania plena.
Objetivo estratégico IV: Ampliação do acesso universal a um sistema de saúde de qualidade.
Ações programáticas:
a) Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar para a população de baixa renda, com enfoque na prevenção e diagnóstico prévio de doenças e deficiências, com apoio diferenciado às pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, crianças e adolescentes, mulheres, pescadores artesanais e população de baixa renda.
Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Pesca e Aqüicultura
Recomendação: Recomendam-se aos estados, Distrito Federal
p) Garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde, e de suas famílias.
Responsáveis: Ministério da Saúde; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Diretriz 8: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação.
Objetivo estratégico III: Proteger e defender os direitos de crianças e adolescentes com maior vulnerabilidade.
l) Exigir em todos os projetos financiados pelo Governo Federal a adoção de estratégias de não discriminação de crianças e adolescentes em razão de classe, raça, etnia, crença, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência, prática de ato infracional e origem.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
Diretriz 10: Garantia da igualdade na diversidade.
Objetivo estratégico I: Afirmação da diversidade para a construção de uma sociedade igualitária.
Ações programáticas:
a) Realizar campanhas e ações educativas para desconstrução de estereótipos relacionados com diferenças étnico-raciais, etárias, de identidade e orientação sexual, de pessoas com deficiência, ou segmentos profissionais socialmente discriminados.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Cultura.
Parceiros: Ministério da Educação; Fundação Cultural Palmares (FCP); Fundação Nacional do Índio (Funai); Conselho Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade); Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI); Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos
Objetivo estratégico V: Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero.
Ações programáticas:
a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
b) Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça
Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a aprovação de legislação que reconheça a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
c) Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
Recomendações:
• Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.
• Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.
d) Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade.
Responsável: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
e) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiro: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a promoção de ações que visam a garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
f) Acrescentar um campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.
Responsável: Ministério da Saúde
g) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos do segmento LGBT, principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia16 e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania do segmento LGBT em universidades públicas.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República Parceiro: Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos
h) Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.
Responsável: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Ministério da Justiça; Ministério da Saúde; Ministério do Trabalho e Emprego.
EIXO ORIENTADOR IV – SEGURANÇA PÚBLICA, ACESSO À JUSTIÇA E COMBATE À VIOLÊNCIA
Diretriz 13: Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização
da investigação de atos criminosos.
Objetivo estratégico IV: Fortalecimento dos instrumentos de prevenção à violência.
Ações programáticas:
a) Elaborar diretrizes para as políticas de prevenção à violência com o objetivo de assegurar o reconhecimento das diferenças geracionais, de gênero, étnico-racial e de orientação sexual.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República
Parceiro: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Objetivo estratégico V: Redução da violência motivada por diferenças de gênero, raça ou etnia, idade, orientação sexual e situação de vulnerabilidade.
Ações programáticas:
d) Promover campanhas educativas e pesquisas voltadas à prevenção da violência contra pessoas com deficiência, idosos, mulheres, indígenas, negros, crianças, adolescentes, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e pessoas em situação de rua.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Justiça; Ministério do Turismo; Ministério do Esporte
Parceiros: Ministério da Educação;Ministério da Saúde; Secretaria-Geral da Presidência da República.
Recomendações:
• Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a criação de serviços de recebimento e encaminhamento de denúncias de violência praticadas contra esses grupos.
• Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação de unidades policiais especializadas no atendimento de populações historicamente vulneráveis e em situação de vulnerabilidade, e de crimes contra os Direitos Humanos.
o) Implementar ações de promoção da cidadania e Direitos Humanos das lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT) com foco na prevenção à violência, garantindo redes integradas de atenção.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Parceiros: Ministério do Turismo; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República
Recomendação: Recomenda-se aos estados, Distrito Federal e municípios a criação de comitês de acompanhamento da implementação das políticas públicas voltadas à população LGBT
Diretriz 16: Modernização da política de execução penal, priorizando a aplicação de penas e medidas alternativas à privação de liberdade e melhoria do sistema penitenciário.
Objetivo estratégico I: Reestruturação do sistema penitenciário.
Ações programáticas:
l) Debater, por meio de grupo de trabalho interministerial, ações e estratégias que visem a assegurar o encaminhamento, para o presídio feminino, mulheres transexuais e travestis que estejam em regime de reclusão.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
Recomendação: Recomenda-se a elaboração de políticas de respeito às mulheres transexuais e travestis nos presídios estaduais.
EIXO ORIENTADOR V – EDUCAÇÃO E CULTURA EM DIREITOS HUMANOS
Diretriz 19: Fortalecimento dos princípios da democracia e dos Direitos Humanos nos sistemas de educação básica, nas instituições de ensino superior e nas instituições formadoras.
Objetivo Estratégico I: Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em instituições formadoras.
Ações Programáticas:
a) Estabelecer diretrizes curriculares para todos os níveis e modalidades de ensino da educação básica para a inclusão da temática de educação e cultura em Direitos Humanos, promovendo o reconhecimento e o respeito das diversidades de gênero, orientação sexual, identidade de gênero, geracional, étnico-racial, religiosa, com educação igualitária, não discriminatória e democrática.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Educação; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
Parceiros: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Ministério da Cultura
Diretriz 20: Reconhecimento da educação não formal como espaço de defesa
e promoção dos Direitos Humanos.
Objetivo estratégico II: Resgate da memória por meio da reconstrução da história dos movimentos sociais.
Ações programáticas:
a) Promover campanhas e pesquisas sobre a história dos movimentos de grupos historicamente vulnerabilizados, tais como o segmento LGBT, movimentos de mulheres, quebradeiras-de-coco, castanheiras, ciganos, dentre outros.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
Parceiros: Ministério da Educação; Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Cultura; Fundação Cultural Palmares (FCP)
PROJETO QUE PUNE HOMOFOBIA É TEMA DE NOVA ENQUETE
Vote já a favor !
O Senado criou uma enquete para testar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (que criminalizada a homofobia). A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para amigos e colegas votarem a favor também!
Entre na página da Agência Senado http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Baixe a barra de rolagem um pouquinho. Do lado direito da tela você encontrará a enquete
Dê um clique a favor da cidadania LGBT
PROJETO QUE PUNE HOMOFOBIA É TEMA DE NOVA ENQUETE
Da Agência Senado www.senado.gov.br
Os leitores da Agência Senado estão convidados a opinar sobre o projeto de lei da Câmara 122/06, que considera crime a discriminação por orientação sexual. Pelo texto da relatora Fátima Cleide (PT-RO), a incitação ao preconceito; o impedimento de acesso ao mercado de trabalho; a restrição manifestações de afeto em locais públicos; a recusa de hospedagem; ou a demissão motivada por homofobia podem ser punidas com penas que vão de um a cinco anos de reclusão.
O projeto é polêmico e tramita no Senado desde o final de 2006, quando foi aprovado na Câmara. Uma dos argumentos levantados por seus opositores é que ele fere o direito à liberdade religiosa e o direito à opinião.
A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro.
Em outubro, a Agência Senado fez enquete sobre a destinação dos royalties do petróleo a ser extraído da camada pré-sal. Participaram 3.499 leitores. A divisão dos royalties com todos os estados - produtores ou não - recebeu 81% (2.833) dos votos. 19% (666) opinaram pela manutenção das regras atuais, que destinam recursos apenas aos estados produtores de petróleo.
75 comentáriosConferência de Comunicação - INSCREVA-SE
A Conferência
As incrições para etapa do Paraná estão abertas no site www.confecomparana.pr.gov.br
De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a I Conferência Nacional de Comunicação terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009.
Ela será presidida pelo Ministério das Comunicações e contará com a colaboração direta da Secretaria Geral da Presidência e da Secretaria de Comunicação Social. Na Portaria 185, de 20 de abril de 2009, foram instituídos os órgãos do poder público e as instituições da sociedade civil que compõem a Comissão Organizadora, responsável por regular todos os aspectos da Conferência.
Ela é composta por oito representantes do Executivo Federal, dezesseis representantes da sociedade civil, divididos entre entidades do movimento social (7) , organizações do setor privado-comercial (8) e mídia pública (1). Os trabalhos serão encaminhados por meio de três comissões internas: 1) Comissão de Logística; 2) Comissão de Metodologia e Sistematização; e 3) Comissão de Divulgação.
No dia 26 de maio de 2009 foi publicada a Portaria 315, que relaciona os nomes dos representantes de todas as entidades e órgãos do poder público que fazem parte da Comissão Organizadora. No dia 29 de maio, foi feita uma retificação por meio da Portaria 337, alterando a nomeação do Ministério da Justiça e indicando a deputada Luiza Erundina como titular da Câmara dos Deputados, junto com o deputado Paulo Bonhausen.
Requião respondeu
Segue carta recém-divulgada do governador Roberto Requião (PMDB) sobre o episódio dos gays e câncer de mama:
O tom lúdico que usei no lançamento da campanha de prevenção do câncer de mama, entre mulheres e homens, acabou provocando uma onda de recriminações. Quando me referi às paradas da diversidade, ocorriam-me os riscos que o abuso de hormônios femininos, com fins terapêuticos ou estéticos, representam para a saúde. Entre os riscos, o câncer de mama. Em razão disso, estou sendo impiedosamente criticado.
Só conheço um gênero de pessoas — o gênero humano. O mais são opções e escolhas, que sempre respeitei, como cidadão ou governante. A minha vida pública tem sido uma teimosa, insistente luta em favor da liberdade e das minorias, cuja defesa é a essência do processo democrático. Como primeiro prefeito eleito de Curitiba pelo voto popular, depois do fim da ditadura militar, fui também um dos primeiros governantes brasileiros a tirar da sombra a questão da diversidade.
O combate ao preconceito e à discriminação nos levou, por exemplo, a avanços na área da saúde. Com o meu então secretário da Saúde, Nizan Pereira, estabelecemos com o movimento GLTB vínculos de respeito, colaboração e de parcerias. Da mesma forma, quando assumi o Governo do
Paraná pela primeira vez, em l991, com Nizan Pereira novamente na Secretaria da Saúde, intensificamos as ações tanto dirigidas ao combate ao preconceito quanto as ações na área da saúde pública.
Para escândalo de muitos, para a censura dos conservadores, trouxemos a questão da diversidade para a esfera da administração pública.
Agora, em meus segundo e terceiro mandatos, essa política avançou ainda mais. Temos, por exemplo, uma Secretaria de Estado voltada inteiramente às demandas das minorias e da diversidade, a Secretaria de Assuntos Estratégicos, comandada por Nizan Pereira. Logo, não posso entender que orquestrem contra mim e meu Governo uma campanha tão forte, atirando-nos à vala dos preconceituosos e dos homófobos.
A tolerância tolera tudo, menos a intolerância. E esta intolerante manifestação ao uso de humor, para chamar a atenção ao lançamento da campanha contra o câncer de mama, é inaceitável.
De todo modo, uma coisa é certa: nunca uma campanha de saúde chamou tanta atenção como esta, especialmente entre os homens, boa parte deles ignorantes de também serem vítimas potenciais do câncer de mama.
Aceito sem desagrado as intervenções dos bem-intencionados. É a eles que dirijo este esclarecimento. E repudio as intervenções dos mal-intencionados, daqueles que buscam aproveitar-se do ocorrido para extorquir vantagens políticas e eleitorais.


